Entrevistas
Ex-meia Juscelino conta sua trajetória no futebol

Juscelino da Silva Chaves, 35, é mais um nome da história do futebol da região Norte, que o Portal Futebol do Norte (www.futeboldonorte.com.br) conta sua trajetória. O ex-jogador mora em Manaus, é casado e tem uma filha. Ao longo da carreira, o ex-jogador conquistou dois títulos Amazonenses, um vice Paulista, uma Recopa pelo Palmeiras. O ex-meia também foi o melhor jogador do amazonense 2002 e o melhor jogador do Paulista A2 2006.

Ainda garoto, Juscelino confirmou que sua paixão pelo futebol teve influência de seus irmãos. “Eles sempre jogaram e me incentivaram. Eu me apaixonei pelo futebol que, sem eu imaginar, mudou a minha vida”, frisou.

Antes de optar pelos gramados, Juscelino deu seus primeiros passos no esporte da bola pesada. “Comecei no futsal e fui descoberto pelo professor Sabá, que morava perto da minha casa e através dele fui levado para fazer um teste no Nacional. Fui trilhando até chegar no campo pelo técnico Aderbal Lana até me tornar conhecido em Manaus, quando recebi uma proposta para sair e fazer um teste no Palmeiras B”, relembrou.

No Palmeiras B, Juscelino atuou três anos e também acumulou passagens pelo São Carlos-SP, Criciúma e, em seguida, no Nacional. “Fui profissional no Nacional, depois fui jogar no São Raimundo e depois tive passagem pelo Rio Negro e por último foi o América”, frisou.

O ex-meia acredita que seu melhor momento como jogador ocorreu em 2001. “Foi pelo São Raimundo e pelo Palmeiras. Foi a mudança da minha história como jogador”, disse. Sobre seu pior momento, o ex-jogador acrescenta que foi após a morte de seus pais. “Não tinha mais vontade de continuar a jogar e depois veio a primeira cirurgia no joelho. Em seguida, não rendia mais meu futebol. Aí em 2012 resolvi parar de jogar profissionalmente”, lamentou.

Sobre os melhores treinadores, Juscelino escala dois: Aderbal Lana e Celso Roth. “Sem dúvida o Lana me ensino muito e depois quando fui jogar fora foi o Celso Roth, que me deu a primeira oportunidade no Campeonato Paulista”, frisou.

Juscelino confirma que tem carinho por duas equipes: Nacional e São Raimundo. “Tenho uma gratidão com o Nacional e depois o São Raimundo, pois lá nos tornamos uma família de amigos que perdura até hoje”, acrescentou.

Após o encerramento da carreira, Juscelino não atua mais no meio esportivo. “Ainda pretendo voltar ao futebol, pois tranquei minha faculdade de Educação Física. Hoje trabalho na área de segurança, mas pretendo voltar a atuar fora das quatro linhas”, finalizou.

 
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